MOVIMENTOS SOCIAIS, GOVERNO E ESTADO EM CONFRONTAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DA BAHIA

Daniel Piccoli

Resumo


Quero, inicialmente, definir o meu “lugar”, o lugar de onde falo. Definir o lugar de onde falamos, de onde agimos, é importante, pois a realidade, a conjuntura, nos aparece condicionada, diferente, de acordo com este nosso ponto de vista (o lugar) e de ação. Por exemplo, o ponto de vista de um funcionário do Governo Federal ou Estadual, a perspectiva de um Secretário de Governo ou o papel de um Assessor que participou das negociações entre os representantes dos movimentos urbanos e rurais é, evidente, bastante diferentes. O lugar que cada um de nós ocupa, o ponto de vista de onde analisamos a realidade, o papel que ocupamos na sociedade, condicionam toda a reflexão e análise, principalmente quando o assunto em questão é a relação entre Movimentos Sociais, Governo e Estado. Também a perspectiva de alguém que é Coordenador de um Movimento Popular ou membro da Coordenação Geral da Mobilização é diferente, condicionada pelo lugar e pela função que ocupa. Portanto, o lugar de onde falo e formulo estas minhas reflexões é o meu trabalho de presença solidária, de apoio a movimentos populares, sobretudo camponeses, como membro de uma entidade de assessoria a grupos populares urbanos e rurais. Este é o meu lugar e é a partir dessa experiência e dessa prática que passo a fazer algumas reflexões sobre o tema em questão.

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DOI: http://dx.doi.org/10.25247/2447-861X.2006.n224.p24%20-%2035

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Cadernos do CEAS: Revista Crítica de Humanidades
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