LA IGUALDAD Y LA INCLUSIÓN COMO CONDICIONES DE LA DEMOCRACIA REAL

Luis Díe Olmos

Resumo


Resumen

Durante mucho tiempo, la democracia se ha utilizado como legitimación de despotismos encubiertos a través de los cuales, la población, el pueblo, perdía de facto la soberanía y el control sobre aquellos que, supuestamente, debían representarlo y cuidar de esos “indeterminados jurídicos” como el bien común y el interés general. La separación creciente entre la clase política y las condiciones de vida reales de personas, familias y grupos sociales, a lo que se añade la mayor o menor impunidad ante la corrupción política, ha generado y sigue generando en muchos lugares del mundo una ola de protestas y de reivindicaciones, a través de los nuevos movimientos sociales, relacionadas con la aspiración de una democracia real o, al menos, una democracia que priorice la satisfacción de las necesidades humanas; el respeto –y las garantías- de los derechos humanos, económicos, sociales y culturales; y una cierta estabilidad en unas condiciones de vida que permitan vivir una vida digna de ser vivida. Y, desde ahí, surge la aspiración, también de una “ciudadanía global”, como forma de contrarrestar un concepto de ciudadanía, que es inevitablemente restrictivo, si se vincula a la nacionalidad como requisito y al nacionalismo como respuesta.

Resumo

Durante muito tempo, a democracia há sido usada como uma legitimação de despotismos disfarçados através do qual, a população, as pessoas perderam a soberania de facto e controle sobre aqueles que supostamente deveriam representar e cuidar daqueles “indeterminados jurídicos" como o bem comum e interesse geral. O fosso crescente entre a classe política e as condições de vida reais dos indivíduos, famílias e grupos sociais, ao qual é adicionado o grau de impunidade ante a corrupção política, há gerado e continua gerando em muitas partes do mundo uma onda de protestos e reivindicações através dos novos movimentos sociais relacionados com a aspiração à democracia real ou, pelo menos, uma democracia que dá prioridade à satisfação das necessidades humanas; o respeito –e as garantias- dos direitos humanos, econômicos, sociais e culturais; e certa estabilidade das condições de vida que permitem viver uma vida digna de ser vivida. E a partir daí, surge também uma aspiração a uma "cidadania global", como uma maneira de combater um conceito de cidadania, que é inevitavelmente restritiva se ligada à nacionalidade como requisito e à nacionalismo como resposta.

 

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DOI: http://dx.doi.org/10.25247/2447-861X.2016.n236.p8%20-%2022

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Cadernos do CEAS: Revista Crítica de Humanidades
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