COMÉRCIO INFORMAL EM TEMPO DE FESTAS

Julie Sarah Lourau-Silva

Resumo


O Artigo relata os resultados de uma pesquisa etnográfica do comércio informal das festas populares e do carnaval de Salvador (Bahia, Brasil), a qual examinou os conceitos de formalidade/informalidade (do ponto de vista legal) e tolerância/intolerância (do ponto de vista moral). As festas populares, ditas “festas de largo”, e o carnaval diferenciam-se nitidamente, tanto no plano simbólico quanto no plano legal. Se as primeiras são o reflexo da velha Bahia, o segundo representa a modernidade e destaca-se como motor econômico do turismo baiano. Tendo em vista esses contextos específicos e opostos dos pontos de vista simbólico e econômico, são analisadas as distintas legislações do comércio informal, no âmbito das festas populares e do carnaval e a ação dos agentes públicos, na fiscalização desses distintos campos, entre 2007 e 2012. Finalmente, discute-se como o conceito de região moral, que tem demonstrado possuir poder analítico no campo da Antropologia Urbana, mostra-se produtivo, no tratamento do comércio informal, revelando as hierarquias morais da cidade.

Palavras-chave: Comércio informal. Festas. Região moral.

Texto completo:

PDF (TEXTO COMPLETO)


DOI: http://dx.doi.org/10.25247/2447-861X.2015.n235.p74-92

Apontamentos

  • Não há apontamentos.






Cadernos do CEAS: Revista Crítica de Humanidades
CEAS | UCSal | UNICAP
PPG em Políticas Sociais e Cidadania
Av. Cardeal da Silva, 205 – Federação.
CEP. 40231-902, Salvador, Bahia, Brasil.
E-mail: cadernosdoceas@gmail.com
ISSN (online): 2447-861X 

 

INDEXAÇÃO/DIVULGAÇÃO

Bases de Dados/Diretórios

  |  | 

 

Portais

 |   |

 

Filiação/Suporte Técnico/Identificador

 |  | 

 

Plataforma

 

Redes Sociais