AGÊNCIAS MULTILATERAIS DE DESENVOLVIMENTO E COMUNIDADES EPISTÊMICAS

Anete B. L. Ivo

Resumo


Este Texto discute as temáticas das agências multilaterais para o desenvolvimento – relatórios anuais do Banco Mundial (BM) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) – no período de 1990 a 2014 e levanta um conjunto de hipóteses dessa agenda, que representa um regime de ação para os Governos dos países, além de influenciar e ser influenciada, pela agenda das Ciências Sociais. A análise toma, como foco, dois pressupostos: o primeiro considera as normativas das agências, como constrangimentos para a ação de Governos e reprodução da ordem, determinadas por conflitos, contradições e ambiguidades entre instâncias nacionais e internacionais e entre agentes econômicos, políticos e sociais; a segunda ideia-força envolve a dimensão cognitiva da noção de desenvolvimento dessas agências, que integra a Política e atua na produção de consensos pela formação de uma comunidade epistêmica de operadores institucionais, e, em contrapartida, na produção da crítica social, num movimento dialético entre a intelligentsia e o contexto político e econômico, que qualifica o debate público, na área das Ciências Sociais.

Palavras-chave: Agências multilaterais. Desenvolvimento. PNUD. Banco Mundial. Comunidade epistêmica.

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DOI: http://dx.doi.org/10.25247/2447-861X.2015.n235.p129-152

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Cadernos do CEAS: Revista Crítica de Humanidades
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