ESCALA E SUSTENTABILIDADE DOS EMPREENDIMENTOS ECONÔMICOS SOLIDÁRIOS: UMA AMBIÊNCIA NECESSÁRIA

Gabriel Kraychete

Resumo


O Artigo parte do suposto analítico de que os critérios usualmente utilizados para avaliar e aferir as atividades econômicas não são neutros ou abstratos, mas só podem ser apreendidos se considerar as formas concretas como os homens organizam socialmente essa produção. Esse suposto implica considerar as motivações, formas de organização produtiva e reprodução familiar, que distinguem esses empreendimentos econômicos associativos do grande empreendimento capitalista. Nessa linha, a sustentabilidade dos empreendimentos da economia solidária responde a requisitos não exclusivamente econômicos, mas a condições sociais singulares da reprodução coletiva, em espaços rurais ou urbanos. O Texto problematiza essa questão com base num exercício distintivo e conceitual e, ao final, sustenta a hipótese de que a sustentabilidade da economia solidária implica uma ambiência – como espaço social, política e institucionalmente construído, que induz o desenvolvimento dessa economia, subvertendo os termos da relação entre economia solidária e desenvolvimento.

Palavras-chave: Economia Solidária. Sustentabilidade. Indicadores. Ambiência.

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DOI: http://dx.doi.org/10.25247/2447-861X.2015.n235.p186-206

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